domingo, 20 de setembro de 2009
A nossa praça de Soledade RS 1
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
E daí?
A vida segue seu curso para os que estão do lado de cá, e os do lado de lá/ Estão todos deitados, dormindo profundamente... como disse , um dia , o poeta Manoel Bandeira. SERÁ QUE ESTÃO?Se estivessem porque o luxo, voltarão, um dia?Quem sabe? Mas os de cá precisam continuar, até quando? A VIDA PRECISA CONTINUAR
Maria Beatriz
terça-feira, 1 de setembro de 2009
dados biográficos de Olmiro Ferreira Porto Soledade RS
Casou em segundas núpcias com Jurema Ortiz Porto(1918-2004), com quem teve três filhos: Sérgio (já falecido), Rogério e Suelena.
Durante muitos anos, Olmiro foi proprietário da Farmácia Popular, localizada na esquina da Av.Marechal Floriano Peixoto com a a rua Júlio de Castilhos.
Na condição de homem público, muito ligado às causas comunitárias, ele foi prefeito de Soledade em dois períodos: 1947 a 1951 e 1963 a 1969. Sua esposa Jurema dedicou-se também a um amplo trabalho social.
A praça central da cidade recebeu a denominação de Praça Olmiro Ferreira Porto em sua homenagem.No canteiro central foi colocado o seu busto, substituindo o monumento ao antigo Laçador.Foi a forma que seus conterrâneos encontraram para homenagear este ilustre soledadense.
Estranhamente, com a colocação permanente de uma estrutura metálica, simbolizando uma árvore natalina, sob seu busto, este ficou prejudicado e perdeu o sentido histórico de ali permanecer.
Como pesquisadoras da história local, não podemos ficar caladas diante deste desrespeito e sugerimos que este monumento seja realocado no próprio espaço da praça, mas onde volte a ter o destaque que merece.
Elizette Scorsatto Ortiz e Maria Beatriz C.Eifert
Mestres em Hisória Regional
domingo, 9 de agosto de 2009
Projeto PIM
Por Maria Beatriz Chini Eifert mestre em história
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Da realidade ao imaginário popular
Os campos do atual estado do Rio Grande do Sul foram cenário, por muitas décadas, da convivência de homens livres e cativos no interior das fazendas de criação de gado, nas vilas e também nos conventos e igrejas como registra a historiografia tradicional. E foi através da literatura sul-riograndense que o mundo tomou conhecimento da cruel história de um menino negro de viveu em uma fazenda do Rio Grande do Sul.
A história a que nos referimos é parte do acervo literário gaúcho denominado de lenda, escrita por Simões Lopes Neto A LENDA DO NEGRINHO DO PASTOREIO que relata a história de um menino escravo que viveu nos campos sulinos e a ele era dada a incumbência de cuidar do gado de uma fazenda.
Certo dia, desapareceu da fazenda um novilho e o negrinho como era conhecido, foi duramente castigado e colocado em um formigueiro para que lá morresse.
O personagem dessa lenda transformou-se em símbolo popular, entrando para o acervo do imaginário popular e é invocado sempre que um objeto ou animal desaparece. Diz a lenda, ainda que uma vela deverá ser acesa ao “negrinho” para que o pedido de encontrar o que foi perdido seja atendido
Essa lenda poderá ter nascido de algum fato real, como o que acontece com a maioria das lendas. Mas a questão que a lenda focaliza é que Nossa SENHORA É MADRINHA de quem não a tem e é invocada quando um objeto se perde. E quando a isso compro com uma certidão de batismo que se encontra no arquivo da Paróquia de SOLEDADE RS
domingo, 5 de julho de 2009

Moro nos altos da Serra do Botucaraí, onde o vento minuano sopra todo ano e os invernos vestem as pastagens de branco encantando os que nos visitam. O povo desta terra é acolhedor e veste-se a rigor na semana Farroupilha.
Minha terra é Soledade RS e é conhecida mundialmente pela beleza de suas pedras preciosas. Sou historiadora, recentemente lancei minha obra intitulada "Marcas da escravidão nas fazendas pastoris de Soledade ( 1867-1888)".